Enxerguemos o verdadeiro inimigo
Por Felipe Lima
Certa vez, num grupo de motoboys, vi um post pedindo que a categoria se unisse por melhores salários. É só um exemplo mas pode ser aplicado a vários outros casos e categorias.
O trabalho de motoboy é importante para o empregador mas a função pode ser exercida por qualquer pessoa com CNH da categoria, não necessita diploma e é facilmente substituível. A demanda por motoqueiros é menor que a oferta, e isso faz com que a profissão seja aparentemente desvalorizada, o que gera protestos da classe por melhores salários. Qualquer medida intervencionista do governo em prol de uma determinada classe fará com que o resto da população, de um jeito ou de outro, pague a conta. Seja com o repasse para o preço final do produto ou mesmo a dificuldade de novas contratações.
Há poucos anos foi aprovada uma lei que acrescenta 30% ao salário de quem trabalha com moto, por periculosidade. Esse foi um aumento forçado que fez com que muitos empregadores passassem a criar alternativas para não empregar funcionários com moto ou mesmo demitissem os que já existiam.
Para os que passaram a receber, ótimo, mas para os que estavam desempregados virou um obstáculo, assim como virou um obstáculo para o empregador contratar.
É impossível derrotar um inimigo quando você não sabe quem ele é, ou pior, quando você o tem como aliado. Sabemos mesmo de quem cobrar para que o nosso dinheiro renda? Será mesmo que estamos culpando as pessoas certas?
O que deve haver é união, não só dos motoboys, mas de todos os cidadãos, contra os altíssimos impostos, como IPI, IPVA, licenciamento e seguro obrigatório.
Contra a estatal que vende gasolina cada vez mais cara e de qualidade ruim.
Contra a indústria da multa, que só visa arrecadar. Que agora quer aumentar o período de suspensão da CNH depois que se atinge 20 pontos. Que agora quer multar pedestres e ciclistas. Que estabelece prazo de validade para capacetes.
Que multa o motociclista que anda com a viseira levantada nos 35 a 40 graus de Fortaleza.
Contra a burocracia do DETRAN e suas taxas abusivas. Que te explora quando você vai fazer uma simples troca de veículo com outro cidadão. Que torna cada vez mais caro e demorado o processo de habilitação/inclusão, sempre criando novidades para atrapalhar, ao invés de ajudar.
É bem mais fácil cobrar maiores salários do empregador, mas será que só isso resolve o problema? Aliás, será realmente esse o problema?
O Estado, é o problema.
Despertemos a consciência para a verdadeira razão dos males. Aprendamos a enxergar a raiz do problema.
Não é o salário que o empregador paga o motivo de não sermos prósperos. O Estado é o motivo de não sermos prósperos.
Certa vez, num grupo de motoboys, vi um post pedindo que a categoria se unisse por melhores salários. É só um exemplo mas pode ser aplicado a vários outros casos e categorias.
O trabalho de motoboy é importante para o empregador mas a função pode ser exercida por qualquer pessoa com CNH da categoria, não necessita diploma e é facilmente substituível. A demanda por motoqueiros é menor que a oferta, e isso faz com que a profissão seja aparentemente desvalorizada, o que gera protestos da classe por melhores salários. Qualquer medida intervencionista do governo em prol de uma determinada classe fará com que o resto da população, de um jeito ou de outro, pague a conta. Seja com o repasse para o preço final do produto ou mesmo a dificuldade de novas contratações.
Há poucos anos foi aprovada uma lei que acrescenta 30% ao salário de quem trabalha com moto, por periculosidade. Esse foi um aumento forçado que fez com que muitos empregadores passassem a criar alternativas para não empregar funcionários com moto ou mesmo demitissem os que já existiam.
Para os que passaram a receber, ótimo, mas para os que estavam desempregados virou um obstáculo, assim como virou um obstáculo para o empregador contratar.
É impossível derrotar um inimigo quando você não sabe quem ele é, ou pior, quando você o tem como aliado. Sabemos mesmo de quem cobrar para que o nosso dinheiro renda? Será mesmo que estamos culpando as pessoas certas?
O que deve haver é união, não só dos motoboys, mas de todos os cidadãos, contra os altíssimos impostos, como IPI, IPVA, licenciamento e seguro obrigatório.
Contra a estatal que vende gasolina cada vez mais cara e de qualidade ruim.
Contra a indústria da multa, que só visa arrecadar. Que agora quer aumentar o período de suspensão da CNH depois que se atinge 20 pontos. Que agora quer multar pedestres e ciclistas. Que estabelece prazo de validade para capacetes.
Que multa o motociclista que anda com a viseira levantada nos 35 a 40 graus de Fortaleza.
Contra a burocracia do DETRAN e suas taxas abusivas. Que te explora quando você vai fazer uma simples troca de veículo com outro cidadão. Que torna cada vez mais caro e demorado o processo de habilitação/inclusão, sempre criando novidades para atrapalhar, ao invés de ajudar.
É bem mais fácil cobrar maiores salários do empregador, mas será que só isso resolve o problema? Aliás, será realmente esse o problema?
O Estado, é o problema.
Despertemos a consciência para a verdadeira razão dos males. Aprendamos a enxergar a raiz do problema.
Não é o salário que o empregador paga o motivo de não sermos prósperos. O Estado é o motivo de não sermos prósperos.



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